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VOCÊ DANÇA BEM?

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Você é competente naquilo que faz, mas por alguma razão outras pessoas são
Escolhidas em seu lugar?

Você conhece seu produto melhor do que qualquer outro, mas vendedores
Aparentemente inexperientes vendem muito mais?

Sua empresa, ou departamento está implantando novas estratégias e táticas
administrativas, mas uma concorrente, aparentemente menos organizada e frágil,
está tomando o mercado e sendo mais bem sucedida?

Talvez seu problema seja o de estar confundindo ficção com realidade.
Na ficção que nos contaram, o importante eram as coisas, estratégias, sistemas,
produtos, planilhas, crenças. Na realidade, o importante são as pessoas.
Não existe nada sem pessoas. Não existem vendas - portanto, não existe economia
de mercado - não existem casamentos, não existem famílias e, para ser franco, não
existe sequer civilização.

Tudo o que você faz, começa e termina em pessoas.
Se você tivesse que passar o resto da sua vida com todas as riquezas do universo...
sozinho em uma ilha deserta de que valeria qualquer sucesso?
Você - e eu - precisamos compartilhar o tempo, a vida e as experiências com outras
pessoas.

Empresas que se esquecem deste fator, se concentrando somente no balanço do
trimestre, acabam soterradas por guerrilheiros dos negócios ou sabotadas por
inúmeros funcionários descontentes que, na melhor das hipóteses, entram em
"operação padrão".

Você sabe ser genial, mas as pessoas gostam de trabalhar com você? (Eu não
perguntei se elas gostam de passear com você. Isso é fácil.
Perguntei se elas gostam de trabalhar com você).
Seus chefes, subordinados e colegas confiam em você como profissional e gostam
de trabalhar com você?

Se apenas uma dessas perguntas tiver como resposta "não", você ficará abaixo de
onde pode chegar.

Se não gostam de estar com você, se notam que você as vê somente como um
instrumento (para gerar vendas, por exemplo), o primeiro vendedor "amigo" que
aparecer vai tomar seu cliente.

Para sempre. Seus funcionários vêem você como um líder, ou como um analista,
que corta pessoal sem se preocupar com o "moral" das tropas. Alguém em quem
não podem confiar?

Agora deixe-me esclarecer um ponto. Isso não significa que você deva ser "amigo"
de todos, ou um bajulador.
Seja você mesmo. Sempre. Dá menos trabalho! Faça o que tem que ser feito.

Mas, se você não é parte da solução na empresa, na família, no romance, no clube
ou na sociedade, então você é parte do problema.
E se este é seu caso, cuidado: problemas não são convidados para subir na empresa.
Problemas não são bem vindos no casamento.
Problemas não são eleitos. Problemas são e-v-i-t-a-d-o-s, mesmo que inconscientemente.

Seja a solução, concentrando-se nas pessoas. O que elas realmente buscam?

Do que precisam? O que querem?
Você deve buscar a competência técnica, claro. Mas não precisa ser perfeito como um
robô, porque somente pessoas avançam.
Robôs a gente constrói, ou desliga.

E o único modo de pessoas avançarem com lastro duradouro é quando são apoiadas
por outras pessoas.
Você é apoiado por outras pessoas?

Em outras palavras, depois da sua competência técnica, seus relacionamentos são a
fonte mais importante para o seu futuro, em todos os níveis.
Seja na carreira, na família ou na sociedade.
Por isso, lembre-se do que disse Michael Leboeuf:

"Só porque você sabe dançar bem, não significa que vai ser convidado para o baile".
E o baile da vida é bem curto. Curto demais. Não espere a última música para entender isso.

Tudo começa, e termina, nas pessoas.

DUAS PULGAS

sábado, 14 de novembro de 2009

Duas pulgas diretoras estavam conversando e então uma comentou com a outra:

-Sabe qual é o nosso problema? Nós não voamos, só sabemos saltar. Daí nossa chance de sobrevivência quando somos percebidas pelo cachorro é zero. É por isso que existem muito mais moscas do que pulgas.

Elas então decidiram contratar uma mosca para treinar todas as pulgas a voar e entraram num programa de treinamento de vôo e saíram voando. Passado algum tempo, a primeira pulga falou para a outra:

-Quer saber? Voar não é o suficiente, porque ficamos grudadas ao corpo do cachorro e nosso tempo de reação é bem menor do que a velocidade da coçada dele ele nos pega.
Temos de aprender a fazer como as abelhas, que sugam o néctar e levantam vôo rapidamente.

Elas então contrataram uma abelha para lhes ensinar a técnica do chega-suga-voa. Funcionou, mas não resolveu... A primeira pulga explicou por quê:

-Nossa bolsa para armazenar sangue é pequena, por isso temos de ficar muito tempo sugando. Escapar, a gente até escapa, mas não estamos nos alimentando direito. Temos de aprender como os pernilongos fazem para se alimentar com aquela rapidez.

E então um pernilongo lhes prestou treinamento para incrementar o tamanho do abdômen. Resolvido, mas por poucos minutos.... Como tinham ficado maiores, a aproximação delas era facilmente percebida pelo cachorro, e elas eram espantadas antes mesmo de pousar. Foi aí que encontraram uma saltitante pulguinha, que lhes perguntou:

-Ué, vocês estão enormes! Fizeram plásticas?

-Não, entramos num longo programa de treinamento. Agora somos pulgas adaptadas aos desafios do século XXI. Voamos, picamos e podemos armazenar mais alimento.

-E por que é que estão com cara de famintas?

-Isso é temporário. Já estamos fazendo treinamento com um morcego, que vai nos ensinar a técnica do radar de modo a perceber, com antecedência, a vinda da pata do cachorro. E você?

-Ah, eu vou bem, obrigada. Forte e sadia.
Mas as pulgonas não quiseram dar a pata a torcer, e perguntaram à pulguinha:

-Mas você não está preocupada com o futuro? Não pensou em um programa de treinamento, em uma reengenharia?

-Quem disse que não? Contratei uma lesma como consultora.

-Mas o que as lesmas têm a ver com pulgas, quiseram saber as pulgonas...

-Tudo. Eu tinha o mesmo problema que vocês duas. Mas, em vez de dizer para a lesma o que eu queria, deixei que ela avaliasse a situação e me sugerisse a melhor solução. E ela passou três dias ali, quietinha, só observando o cachorro e então ela me disse:

"Não mude nada.. Apenas sente na nuca do cachorro. É o único lugar que a pata dele não alcança".

MORAL DA HISTÓRIA:

Você não deve focar no problema e sim na solução. Para ser mais eficiente é necessário escutar e não falar. Muitas vezes, a GRANDE MUDANÇA é uma simples questão de reposicionamento.

VERDADES CORPORATIVAS

sábado, 26 de setembro de 2009
O mercado de trabalho não é perfeito. Ele não é formado por pessoas boazinhas, chefes puritanos ou empresas que colocam seus valores acima do lucro. Após descortinar esses mitos, faça o possível para não ser ingênuo e cair em armadilhas. Pode ser difícil ter de olhar os fatos sob diversos prismas, mas o exercício é necessário. Enxergue o mundo corporativo como um jogo: quem não se interessar pelas estratégias alheias perde!

Saiba que não é o caso de ficar paranóico e descrente. O mercado ainda resguarda bons lugares para trabalhar, com líderes preparados. Além disso, é no trabalho que muitas pessoas conhecem grandes amigos, por isso não tenha medo de confiar em quem julgar que pode confiar. Apenas, com as dicas abaixo, fique mais atento.



10 VERDADES

O mercado quer gente inovadora: Você acabou de ser contratado e está cheio de idéias para melhorar os processos na empresa. Cuidado! Embora o mercado valorize muito a inovação no discurso, na prática, não raro, se observa exatamente o contrário: muitas pessoas nesta empresa podem ser conservadoras, o que significa que não querem arriscar e mudar. "Dependendo da cultura da empresa, se você chega com muitas idéias, acaba assustando! Há chefes que são abertos, mas desde que suas idéias não choquem com as dele", diz o coach. Além disso, seja cauteloso ao fazer uma sugestão: sem querer, você pode acabar expondo a incompetência de um colega ou chefe!

Com talento e competência se consegue tudo: Competência é fundamental, a não ser que você seja filho do dono da empresa. O problema é que ser competente e talentoso não garante seu sucesso. É preciso saber aparecer, saber fazer marketing pessoal. Não adianta ter um tesouro que ninguém sabe que existe, porque está escondido no fundo do mar. E o pior é que, segundo ele, há muitos chefes que escondem os talentos sob sua sombra, porque temem que alguém melhor ocupe seu lugar. Mas esse tipo de chefe acaba dando um tiro no pé, porque as melhores pessoas de sua equipe acabam indo embora.

Chefes sempre querem o bem de seus subordinados: Não é bem assim. Existem ótimos líderes por aí, mas também existem pessoas despreparadas em cargos altos. Via de regra, antes de pensar nos outros, os chefes pensam em si. Alguns não pensam nem mesmo na empresa, somente querem saber de salvar a própria pele. Moral da história: tenha cuidado para não se iludir e acabar frustrado!

Sempre recebe aumento quem merece: Esse é o mito dos mitos. Não é assim. Muitas vezes, você se esforça ao máximo, dá seu melhor e, no fim, outra pessoa acaba levando os méritos. Acontece. Outras vezes, seu chefe simplesmente não tem muita afinidade com você e acaba não se esforçando para que você receba o merecido aumento. São muitas as variáveis envolvidas.

Quem é promovido precisa provar que merece o posto: Há quem seja promovido e, na ânsia de provar que merece o posto, acabe se transformando. O problema é que uma hora a máscara cai. Se você é competente, não precisa provar que mereceu a promoção. Apenas dê continuidade ao bom trabalho. O profissional que finge ser quem não é mostra insegurança.

A avaliação de desempenho está sempre certa: Nem sempre. Depende do contexto no qual ela foi realizada e da percepção que as pessoas têm de você, que pode ser equivocada. O feedback pode ser útil, mas ele deve ser interpretado.

É bom ter amigos na empresa: A frase está correta, desde que você não misture as coisas e acabe colocando seu emprego em risco. Por exemplo: um amigo seu foi promovido. Será que você não se achará no direito de faltar no trabalho, já que seu novo chefe é seu amigo e entenderá? Amizade é bom ter em qualquer lugar, é uma das melhores coisas da vida. Mas não confunda o pessoal com o profissional!.

O RH é o melhor amigo dos funcionários: Há profissionais que, quando têm qualquer problema, correm para o departamento de Recursos Humanos, como se nele houvesse um confessionário. Mas será que se pode confiar cegamente no RH? "Existem pessoas sérias no ramo de Recursos Humanos, humanizadas, que de fato estão lá para ajudar os funcionários e lutar por eles. A questão é que também existem pessoas que se utilizam de sua posição para detectar falhas da empresa e dos funcionários. Como resultado, em um programa de demissão, alguém pode acabar sendo dispensado sem entender o motivo. Por isso eu digo: se está com um problema com a empresa, tente conversar com amigos, consultores ou coaches.

Férias de 30 dias é tudo de bom: Cuidado! Dependendo da empresa e da situação pela qual ela passa, você pode ter uma surpresa ao voltar para o trabalho. Outra pessoa poderá estar ocupando seu posto. No mundo atual, 30 dias acabam sendo muito tempo, a não ser que tenha absoluta segurança no emprego. Mas dizer que não existe perigo nenhum quando alguém tira férias de 30 dias é relativo.

É ruim errar: Algumas empresas cultivam essa cultura do medo; quando alguém erra, é rapidamente julgado e, muitas vezes, punido. Mas a verdade é que a questão não é o erro em si, mas a relação que se cria com o erro. O velho ditado "todo mundo erra" é verdadeiro. No fim das contas, errar acaba sendo bom, pois o profissional tem a oportunidade de aprender com uma situação difícil. Ninguém deve buscar o erro. Mas o fato é que Napoleão Bonaparte perdeu a guerra porque nunca havia perdido uma batalha.

A VIDA CORPORATIVA COMO ELA É

sexta-feira, 3 de julho de 2009

1 - Competência não é o mais importante
Não é só talento e trabalho duro que garantem seu emprego, mas a percepção que a companhia tem sobre você. Para descobrir isso, tente se olhar como se fosse o dono da empresa. Será que você é alguém que está alinhado com os interesses e políticas da companhia? Você trabalha com entusiasmo e senso de propriedade, ou está pensando apenas em pegar seu salário no fi m do mês?

2 - Os otimistas se saem melhor
Você tem todo o direito de ser do tipo que sempre enxerga o copo meio vazio. Acontece que as empresas costumam valorizar mais os otimistas, que, geralmente, passam a idéia de ser mais bem-sucedidos.

3 - O RH não é seu amigo
Não use o RH como confessionário, achando que ele é algo à parte. É claro que o que você disser não vai ser espalhado aos quatro ventos, mas, em determinadas circunstâncias, pode ter de ser revelado para quem toma as decisões na companhia, ou seja, seu chefe, outros executivos, o CEO. Sendo assim, suas “confidências” podem tirá-lo do páreo na hora de decidir, por exemplo, as promoções de sua área.

4 - Pare de provar e comece a providenciar
Se você acabou de ser promovido e ganhou uma equipe, não caia na armadilha de ficar provando que aquele cargo lhe pertence. Esse é um erro que a maioria das pessoas comete. Além de ser ruim para seu futuro na nova posição, agindo assim você vai afastar quem realmente o ajudará a se consolidar como gestor: sua equipe. Por isso, coloque-se a serviço do time e trabalhe para que todos consigam finalizar, e bem, o que têm para fazer. Esse é seu trabalho agora.

5 - Não revele a sua idade
O problema não é os outros saberem quantos anos você tem, mas agir de maneira a reforçar o medo que a empresa associa a profissionais desatualizados. Portanto, mantenha-se bem informado e risque do seu discurso frases como: “No meu tempo era assim” ou “Não sou bom com essas modernidades tecnológicas”.

6 - Não é inteligente ser inteligente
Geralmente, os recém-chegados são os mais ansiosos para mostrar o que sabem. E acabam se tornando muito inconvenientes, porque querem corrigir tudo — inclusive o chefe. Então, antes de falar, veja se suas idéias são bem-vindas.

7 - Para progredir na carreira, os outros têm de achar que você faz seu trabalho com o “pé nas costas”
Mesmo que esteja atolado, não demonstre. Se você parece sempre atarefado e ansioso, dificilmente vai ser cotado para receber uma promoção, que, no final das contas, significa mais trabalho pela frente.

8 - Pegue trabalho extra
Melhor ainda se for alguma coisa que seu chefe não gosta de fazer ou algum trabalho de uma área estratégica. Ao agir assim, você mostra para todos que dá conta do recado — não só do seu, mas do trabalho dos outros também.

9 - Ter amigos na empresa pode ser perigoso
Certa vez, conheci uma moça que era ótima profissional, do tipo entusiasmada com o trabalho e feliz com a empresa. Acontece que ela tinha uma amiga que era o oposto. Em um processo de demissão, essa moça foi para a rua junto com a outra. Ficou surpresa, claro! O problema é que a empresa achava que ela tinha sido “contaminada” pela outra e que iria se tornar uma profissional tão negativa quanto a amiga. Por isso, tome cuidado com suas amizades, ou seja discreto para não ser prejudicado.

10 - Falar sobre a vida pessoal no escritório pode prejudicar sua carreira
Você falou sobre seu divórcio para quem quisesse ouvir, inclusive para o chefe. Pouco tempo depois, ele tem que decidir quem vai tocar o novo projeto da área. Aí, ele pode pensar assim: “Não vou passar para o fulano que acabou de se divorciar para não estressá-lo ainda mais”. Entendeu agora por que você deve evitar comentar sobre sua vida pessoal no escritório?

11 - Quem merece não consegue aumento
Pedir aumento usando um “eu mereço” como argumento é a melhor maneira de conseguir um “não” como resposta. A empresa não quer saber se você merece ou não, mas se você agrega valor para os negócios. Então, esse deve ser sempre o pano de fundo do seu pedido.

12 - Nem pense em tirar um mês de férias
Hoje, com a velocidade com que as coisas acontecem, esse é o caminho certo para se tornar dispensável. As companhias são como organismos que se adaptam rapidamente a uma condição adversa — no caso, sua ausência. Melhor tirar uma semana de cada vez. Sete dias são a medida certa para fazer as pessoas sentirem falta de você e de seu trabalho.

13 - Para perder a batalha, comece a se defender
Em algum momento da carreira, você vai se confrontar com alguém. Isso é certo. Assim como também é certo que a empresa (e o chefe) não quer saber quem tem ou não razão. O que está sendo observado é como você lida com a situação. Por isso, na hora da discussão, resista à tentação de se defender. Simplesmente ouça. Pode apostar que você vai ser visto com outros olhos se começar a se comportar dessa maneira.

14 - A avaliação de desempenho não é sobre o seu desempenho
Nessas avaliações, o que está em jogo não é sua opinião sobre seu trabalho, mas como o chefe percebe sua performance. Para não ter surpresas ruins da próxima vez, é bom marcar reuniões periódicas para ver o que ele espera de você. E, na hora H, não se desculpe, não acuse ninguém nem diga que você já fez o que ele pediu.

15 - Não use a avaliação de desempenho como a única ocasião para dar feedback
Não espere uma ocasião formal para posicionar sua equipe sobre sua percepção das coisas. Assim, você prepara o espírito das pessoas para a avaliação de desempenho. E ganha a confiança delas, porque vai soar mais coerente.

16 - Se está tentando fazer sua equipe gostar de você, provavelmente já perdeu o respeito dela
A necessidade de ser querido pela equipe pode ser mortal para um gerente novo no cargo. Se você está preocupado com isso, é muito provável que não esteja agindo como gestor. Melhor não misturar as coisas. Afinal, você está lá para ajudar o time a se desenvolver, e não para ser amigo das pessoas.

17 - O problema não é errar, mas a maneira como você lida com isso
Todos cometem erros — do contínuo ao presidente. Na verdade, erros são um bom sinal porque mostram que as pessoas estão tentando novas soluções. Então, sua preocupação não deve ser com o erro em si, mas com a maneira como você age nessa situação: se assume a responsabilidade, mostra que aprendeu e que o fato não irá se repetir.

18 - Só porque você é o chefe não tem que saber todas as respostas
Você não é guru para ficar dando conselhos e resolvendo problemas para seus subordinados. Agindo assim, você está criando um bando de dependentes. Como gestor, seu trabalho é ajudar o time a descobrir a solução.

19 - Sua mesa diz quem você é
O visual de seu espaço de trabalho deve refl etir seu profi ssionalismo, não seu estilo pessoal. O dono de uma mesa bagunçada corre o risco de ser visto como um profi ssional caótico. Por outro lado, uma mesa vazia pode passar a mensagem de que a pessoa está só de passagem ou, pior, que não trabalha ali.

20 - Proteja seu “novo eu”
Você decidiu mudar de postura para melhorar sua situação no trabalho? Perfeito! Mas não entre em detalhes quando vierem perguntar por que você parece tão diferente. Diga apenas que percebeu como gosta do que faz. É o que eu chamo de proteger seu “novo eu”. Isso é importante até que a mudança se torne consistente e a empresa perceba que você realmente amadureceu.

ESCUTE COM ATENÇÃO

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Joãozinho estava brincando no playground da escola, qdo viu o carro do seu pai passando em direção ao mato atrás da escola... ele Seguiu o carro e viu seu pai e tia Jane, se abraçando apaixonadamente!!!
Joãzinho achou isso tão excitante, que não se conteve e correu pra casa para contar pra sua mãe o que tinha visto ...
- Mamãe, mamãe, eu estava no playground da escola, qdo vi o carro do papai indo pro mato com a tia Jane dentro...
Eu fui atrás pra ver e ele tava dando o maior beijo na tia Jane.... depois ele a ajudou a tirar sua blusa... aí a tia Jane ajudou o papai a tirar suas calças e depois a tia Jane...'
Nesse ponto a Mamãe o interrompeu e disse:
- Joãozinho, essa é uma estória tão interessante, que tal você guardar o resto dela pra hora do jantar?....
Eu quero ver a cara do seu pai, qdo você contar tudo isso hoje à noite?'
Na hora do jantar, a Mamãe pediu pro Joãozinho pra contar sua estória... Joãozinho começou a sua estória:
- 'Eu tava brincando no playground da escola, qdo vi o carro do papai indo pro mato com a tia Jane dentro... aí, fui correndo atrás pra ver e ele tava dando o maior beijo na tia Jane...aí ele a ajudou a tirar sua blusa... aí a tia Jane ajudou o papai a tirar suas calcas e depois a tia Jane e o Papai começaram a fazer as mesmas coisas que a Mamãe e o tio Bill faziam, quando o Papai estava no exército ...'

A mamãe desmaiou!

Moral da estória :
Dê atenção a quem estiver falando. Pode ser bom pra você.

APRENDA COM OS ERROS DA CONCORRÊNCIA

domingo, 21 de junho de 2009

Há vinte e cinco anos o mundo vem mudando com aceleração crescente. Isso significa que a velocidade com que aprendíamos antes é insuficiente para manter nossos diferenciais competitivos agora.

Nestas condições de aceleração, a única vantagem competitiva sustentável reside em nossa capacidade de aprender mais rápido que a concorrência.

Aprenda com os acertos da concorrência estudando como foram montados os mecanismos de suas estratégias mais eficazes, comparando, implementando e adicionando mais valor às suas melhores práticas. A idéia de benchmarking não é meramente copiar, mas superar!

Aprenda também com os erros da concorrência! Não existe erro melhor para aprender que o financiado pelos outros! Os erros da concorrência certamente custaram caro para ela. Aprendendo com eles não teremos que arcar com os mesmos custos, isto é inteligência competitiva!

Observe atentamente se os erros cometidos pela concorrência não continham elementos corretos e úteis. O fato de uma estratégia do concorrente não ter dado certo não significa que a estratégia é necessariamente ruim. Ele pode ter falhado em implementá-la. Neste caso não foi deficiência da estratégia, mas falta de competência em aplicá-la com eficácia. Podemos aproveitar isso!

Como nós também cometemos erros e acertos, precisamos aprender com eles. Não é tão óbvio assim - Quando algo dá muito certo, não raro, as empresas e profissionais, felizes com o sucesso, se esquecem da lição de casa de verificar: Afinal por que deu tão certo mesmo?

Os acertos também precisam de benchmarking interno (entre diferentes equipes e departamentos) e engenharia reversa para checar as causas que nos levaram ao êxito. Muitas vezes você mira num alvo menor e acerta num alvo maior; esquece o erro original e canta a vitória do resultado superior... Só que na próxima vez, você mira no alvo menor e atinge um alvo minúsculo e fica reclamando que fez tudo como da última vez...

Concentre-se em por que as coisas estão dando certo e questione se elas têm chances concretas de continuar assim.

Aprender com os erros é missão fundamental de todos os profissionais da empresa. Erros contêm muito da nossa história, da nossa forma de pensar, do nosso comportamento, e do nosso modelo de negócios.

Compreender o erro encontrado e compreender quais as causas e responsabilidades que o permitiram é muito mais importante que o erro em si.

Para empresas e profissionais conscientes, a maioria dos erros provém de tentativas de acerto, por isso não devemos culpar as pessoas por errarem ao tentar acertar, mas temos a responsabilidade de ajudá-las (e a nós mesmos) a compreender “o erro” e suas causas e repercussões.

Feito isso, atuaremos imediatamente para diminuir os efeitos negativos das repercussões (no curto, médio e longo prazos) e cuidaremos de eliminar, o mais rápido possível, as suas causas, impedindo a reincidência do erro.

Vale lembrar que os nossos concorrentes também estão aprendendo com nossos erros, só que neste caso, quem está pagando os custos somos nós!

Errar, não compreender e não corrigir seus erros é a melhor maneira de investir no sucesso da concorrência!

Não invista na concorrência, aproveite todos os “investimentos” que a concorrência está fazendo. Estratégia é o nome do jogo, inteligência competitiva, a competência dos que ganham!

A ERA DA MODERNIZAÇÃO

terça-feira, 14 de abril de 2009


SEJA FLEXÍVEL



PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

domingo, 5 de abril de 2009
No confessionário, chega o pequenino (mas velho conhecido) Joãozinho e confessa:

- Padre, eu pequei. Fui seduzido por uma mulher casada que se diz séria.
- És tu, Joãozinho?
- Sou, sr. padre, sou eu.
- E com quem estivestes tu?
- Padre, eu já disse o meu pecado... ela que confesse o dela.
- Olhe, mais cedo ou mais tarde eu vou saber, assim é melhor que me digas agora...

Foi a Isabel Fonseca da farmácia?
- Os meus lábios estão selados, disse Joãozinho.

- A Maria Helena Gomes, mulher do médico?
- Por mim, jamais o saberá...

- Ah, já sei... foi a Maria José do bazar?
- Não direi nunca.

- A Rosa do Carmo do colégio?
- Padre, não insista.

- Então foi a Glorinha da pastelaria, não foi?
- Padre, isto não faz sentido.

- Ah...descobri, foi a Maria Inês do Banco do Brasil, não é mesmo?
- Jamais apontarei alguém, padre.

O padre rói as unhas desesperado e lhe diz:
- És um cabeça dura, Joãozinho, mas no fundo do coração admiro a tua reserva.
Reze vinte Pai-Nossos e dez Ave-Marias... Vai com Deus, meu filho...
Joãozinho sai do confessionário e senta num dos bancos da igreja.
O seu amigo Maneco desliza para junto dele e sussurra:

- E então? Conseguiu a lista?
- Consegui. Tenho meia dúzia de nomes de mulheres casadas que dão para todo mundo.


Conclusão:
O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO COMEÇA COM A ANÁLISE DO MERCADO...

COMPETÊNCIA NÃO É NADA SEM CONTROLE

sexta-feira, 3 de abril de 2009


PROJOVEM

segunda-feira, 16 de março de 2009
Há uns dias atrás realizei uma capacitação, em Curitiba/PR, onde éramos os multiplicadores da região sul. Trocando em miúdos, fizemos curso para repassar aos demais coleguinhas do estado do RS. Sou até um pouco apolítico, mas essa inicitava do Governo Federal é, no mínimo interessante (lembrando, não apoio nem barba suja nem tucanos).


Investir em uma política nacional integrada, com programas e ações voltados para o desenvolvimento integral do jovem brasileiro representa uma dupla aposta: criar as condições necessárias para romper o ciclo de reprodução das desigualdades e restaurar a esperança da sociedade em relação ao futuro do Brasil.

Com essa perspectiva, em 2005, o governo federal lançou a Política Nacional de Juventude, que compreendeu, além da criação da Secretaria Nacional de Juventude e do Conselho Nacional de Juventude, o desenvolvimento do Programa Nacional de Inclusão de Jovens: Educação, Qualificação e Ação Comunitária – ProJovem.

A iniciativa mostrou resultados importantes e promissores, indicando a propriedade de se ampliarem, reforçarem e integrarem ações voltadas para a juventude que se desenvolviam em diferentes ministérios. Para articular essa experiência acumulada em um programa integrado, constituiu-se, no início de 2007, o grupo de trabalho GT Juventude, que reuniu representantes da Secretaria-Geral da Presidência da República, da Casa Civil e dos Ministérios da Educação, do Desenvolvimento Social, do Trabalho e Emprego, da Cultura, do Esporte e do Planejamento.

Os resultados do GT Juventude indicaram caminhos para a realização do propósito da Presidência da República de promover um programa amplo e diversificado de inclusão social dos jovens brasileiros, lançando-se o ProJovem Integrado, que se articula por duas noções básicas:

a) OPORTUNIDADES para todos;
b) DIREITOS universalmente assegurados.

Em conjunto, essas noções propiciam que o jovem se torne protagonista de sua inclusão social, na perspectiva da cidadania.



ProJovem Integrado

O ProJovem Integrado compreende quatro modalidades:

• ProJovem Adolescente, que objetiva complementar a proteção social básica à família, oferecendo mecanismos para garantir a convivência familiar e comunitária e criar condições para a inserção, reinserção e permanência do jovem no sistema educacional. Consiste na reestruturação do programa Agente Jovem e destina-se a jovens de 15 a 17 anos.

• ProJovem Urbano, que tem como finalidade elevar o grau de escolaridade visando ao desenvolvimento humano e ao exercício da cidadania, por meio da conclusão do ensino fundamental, de qualificação profissional e do desenvolvimento de experiências de participação cidadã.
Constitui uma reformulação do ProJovem – Programa Nacional de Inclusão de Jovens.

• ProJovem Campo, que busca fortalecer e ampliar o acesso e a permanência dos jovens agricultores familiares no sistema educacional, promovendo elevação da escolaridade - com a conclusão do ensino fundamental - qualificação e formação profissional, como via para o desenvolvimento humano e o exercício da cidadania. Valendo-se do regime de alternância dos ciclos agrícolas, reorganiza o programa Saberes da Terra.

• ProJovem Trabalhador, que unifica os programas Consórcio Social da Juventude, Juventude Cidadã e Escola de Fábrica, visando à preparação dos jovens para o mercado de trabalho e ocupações alternativas geradoras de renda.

Para mais informações clique aqui.

COMO FUNCIONAM AS PESSOAS

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
COMO É A NATUREZA HUMANA >>> As pessoas estão interessadas, primeiro, nelas mesmas, não em você. Dito de outra forma: A OUTRA PESSOA está 10 MIL vezes MAIS INTERESSADA NELA MESMA do que em você!!! (converse com as pessoas, isto é uma forma de demonstrar interesse)

COMO CONVERSAR COM AS PESSOAS >>> Troque as palavras EU, MEU, MINHA, MIM; por VOCÊ, SEU, SUA. Exemplo: Como está sua família? Como seu filho está se saindo? Há quanto tempo você está na empresa? O que você acha (essa é ótima)? Aquela foto é da sua família, Sr...? (tem de fazer as pessoas se sentirem importantes, entendeu?)

COMO FAZER AS PESSOAS SE SENTIREM IMPORTANTES >>> Primeiro, fazer as pessoas sentirem-se importantes é diferente de bajulação (agarrar-se no saco). Então, ouça-as; Aplauda-as e cumprimente-as (quando merecerem); Use seus nomes (tão frequentemente quanto possível); Espere alguns instantes antes de responder às pessoas (respire, oxigena o cérebro e você pensa melhor antes de dizer qualquer merda); Tenha consideração pelas pessoas que esperam para vê-lo; Preste atenção a todos em um grupo (até no que parece ser o mais idiota, geralmente é ele quem manda); Concorde com as pessoas (mesmo se estiverem erradas, respeite a opinião dos outros).

COMO CONCORDAR COM AS PESSOAS >>> Aprenda a ser tolerante; Demonstre às pessoas quando você está concordando (basta acenar que sim, de leve, com a cabeça... não vai ficar parecendo uma caturrita louca...); Não diga às pessoas quando você discordar delas, a menos que seja absolutamente necessário; Admita quando estiver errado (não é feio dizer que se enganou... isso demonstra caráter elevado); Evite discussões, ninguém sai ganhando; Trate os "brigões" com tato. Eles só querem uma coisa. Recuse-se a brigar e eles parecerão tolos.

Caríssimos leitores, o que redigi acima são dicas valiosas, não só para uma entrevista/dinâmica para emprego, mas para a vida. Encare-se tendo que vender algum produto, "pechinchando" algum desconto em uma loja, melhorando o relacionamento com a SOGRA (aterrisa... vamos ser realistas)... mas enfim, ponha em prática. Pior, que esse post me lembrou outro...

Sucesso a todos nós!!!

Vou fazer uma previsão do futuro

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Aqui você pode descontar no seu chefe

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Chefe X BigBoss

Se quiser espancar o seu, clique aqui.

Segredos para BLINDAR SUA CARREIRA - (nível executivo)

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Conhecidos, também, como CEO, são os profissionais de Diretoria e alta Gerência.

DEMITIDO
  • O primeiro passo em busca da recolocação passa pela rede de relacionamento. Liste seus contatos, ligue para seus amigos ou pessoas com quem tem contato profissional em outras empresas para se informar sobre vagas;
  • Prefira marcar uma conversa pessoal e priorize as pessoas com quem você tem mais intimidade. Comece com aquelas que você teria liberdade para almoçar, por exemplo;
  • Entre em contato com empresas de recolocação e agências de headhunting, especializadas no recrutamento de profissionais de alto nível;
  • Dificilmente você conseguirá manter o patamar de remuneração que tinha antes da crise. É importante rever a proposta salarial para aumentar as chances;
  • Em tempos de crise, o mais importante é a experiência profissional, mas buscar qualificação também ajuda. Investir em cursos de idiomas traz bons resultados. Vale, também, fazer cursos pontuais, voltados para Gestão, por exemplo.

EM RISCO DE DEMISSÃO
  • Momentos de crise exigem criatividade e inovação. Sendo assim, sua permanência no emprego pode depender de sua performance no cargo;
  • Deixe de ser um profissional de empresa e torne-se um profissional de mercado. Informe-se com anda seu setor, quais são os nichos e onde há maior demanda;
  • Incremente sua rede de contatos;
  • Não mostre apatia se a crise tiver atingido os resultados de sua empresa. O fundamental é apresentar soluções;
  • Mostre-se receptivo às mudanças. Alguns benefícios podem ser modificados e/ou até cancelados. No entanto, isto é uma fase.
ESTÁVEL NO EMPREGO
  • Encare as adversidades como uma oportunidade de aprendizado;
  • Aproveite a estabilidade para planejar seu futuro profissional, traçando planos de médio a longo prazo;
  • Se você está insatisfeito, pode analisar a possibilidade de trocar de empresa. Mas lembre-se, o momento é de cautela. Portanto, não esqueça o foco no atual trabalho;
  • Qualifique-se. Faça um MBA ou um curso de extensão em alguma universidade;
  • Entenda como a sua empresa está trabalhando a crise para alinhar seu trabalho às novas diretrizes.
Nos momentos de crise é que surgem a inovações da humanidade. O bom é que ela é uma fase e, como toda a fase, passa. Portanto, é preciso estar preparado para quando a tormenta passar.


Demais materias:

Segredos para BLINDAR SUA CARREIRA - (nível intermediário)

Também conhecido como média gerência, níveis intermediários constituem-se de líderes de setor, ou seja, Coordenadores, Supervisores e/ou Facilitadores.


DEMITIDO
  • Fale com amigos e pessoas com quem você teve contato no trabalho ou em cursos para sondar oportunidades. Os contatos podem render indicações, já que muitas vagas não chegam a processos seletivos abertos;
  • Cadastre seu currículo em sites de agências de recrutamento e de empresas nas quais tenha interesse em trabalhar;
  • Qualifique-se. Tenha prioridade por uma outra língua como o Inglês, Alemão ou Mandarim;
  • Em tempos de crise é melhor aprimorar os conhecimentos que já tem;
  • Um curso é fonte de contatos. Dedique-se e apresente bons resultados nas aulas. Muitas vagas são preenchidas através da indicação de professores;
  • Atualize seu currículo, valorizando suas últimas atividades e resultados;
  • Participe de feiras, eventos associativos de sua profissão e etc;
  • Não desconsidere a possibilidade de abrir um negócio próprio ou uma empresa para atuar como pessoa jurídica.

EM RISCO DE DEMISSÃO
  • Fique atento em relação ao Mercado de Trabalho;
  • Pesquise em sites de recrutamento para saber como está a demanda em sua área;
  • Tente ser o melhor profissional possível dentro da empresa. Quando estão ocorrendo demissões, é o momento de mostrar competência;
  • Reflita sobre a sua atuação e processos de trabalho em sua empresa. Procure sugerir soluções e mudanças que impactem na diminuição de custos;
  • Seja receptivo à possibilidade de desempenhar ou acumular novas funções, assim como as mudanças na organização;
  • Avalie seus pontos fracos e busque qualificação a fim de preencher estas lacunas;
  • Procure ser, sempre, agradável e cordial.

ESTÁVEL NO EMPREGO
  • O bom profissional não pode se acomodar;
  • Aproveite que está no mercado para alimentar sua rede de contatos;
  • Não descarte a busca por qualificação, que pode ser um diferencial no futuro e acelerar sua carreira quando a crise arrefecer;
  • Um profissional de Engenharia, por exemplo, pode buscar uma formação na área de vendas ou de marketing, ampliando suas possibilidades profissionais.

Segredos para BLINDAR SUA CARREIRA - (nível básico)

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Primeiramente, profissões de nível básico são funções de porta de entrada às empresas. Nesta categoria encaixa-se toda a mão de obra qualificada, ou seja, o pessoal da linha de frente que faz o serviço acontecer. Entre elas, destaco os Auxiliares, Assistentes e Operadores.

DEMITIDO
  • Atualize seu currículo, valorizando experiências profissionais mais recentes ou que tenha maior ligação com o cargo para qual está se candidatando;
  • Fique atento aos anúncios de classificados de empregos no jornal. Procure agências de emprego como o SINE e a ABRH;
  • Envie seu currículo para sites de empresas e agências de empregos;
  • Avalie em que ponto lhe falta qualificação. Um curso técnico pode abrir muitas portas. Procure por cursos gratuitos no SENAI e SENAC.

EM RISCO DE DEMISSÃO
  • Esteja aberto a mudanças de função e a possibilidade de assumir novas tarefas;
  • Seja criativo para apresentar novas soluções, principalemente se podem trazem redução nos custos de produção;
  • Não deixe de se informar sobre o mercado de trabalho e onde procurar se, por acaso, for demitido;
  • Matricule-se em algum curso de aperfeiçoamento na área e comunique sua chefia imediata, a fim de manifestar sua preocupação em evoluir junto com a empresa.

ESTÁVEL NO EMPREGO
  • Não se acomode. Procure ser proativo;
  • Cursos de Qualificação podem ampliar sua segurança e abrir caminhos para uma promoção;
  • Mantenha, sempre, sua rede de relacionamentos.


A Formatura é só o Começo

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Por mais segurança que um diploma possa trazer, passar pela colação de grau é apenas uma das etapas rumo ao mercado de trabalho. Enquanto alguns têm a oportunidade de se graduar com o emprego garantido, outros saem levando apenas expectativas. A melhor alternativa é agregar informações e esperiências durante a faculdade.

Mas, o que fazer??

Durante a Faculdade
  • Desenvolva cedo sua rede de contatos - network;
  • Procure realizar estágio;
  • Participe da vida acadêmica. Vá a palestras, faça parte de projetos de pesquisa, etc.

Depois de Formado
  • Mantenha a rede de contatos, avisando as pessoas que você se formou;
  • Não se acomode só porque o curso acabou. Continue se especializando;
  • Ao buscar uma vaga, não se preocupe com o salário inicial, mas com a possibilidade de crescer e ganhar experiência;
  • Distribua currículos e contate empresas.

Descubra seu Chefe

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Sinais dos Tempos... tome cuidado

terça-feira, 13 de janeiro de 2009
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